domingo, 7 de abril de 2013

Venha ver a cor do agora

Letra: Lahirí Galvão

Venha ver a cor do agora
Será que é a que gente sempre quis
ou transparente como chuva que demora
enxuga fica na dor seu do seu vulcão
pro tempo de amar
e passa até pelo canto do trovão
A gente pensa no beijo que ainda vem
Vem cá meu bem
te faço de nenem
Vem pelo sim
e é de mim que a vida quer-te bem

Vamos viver
pra saber a cor do nosso amor
Você é a flor que arte sempre quis
é saber da vida e o vencedor.

sábado, 9 de março de 2013

Dor, Flor e Saudade

Poema: Lahirí Galvão


Minha flor anda tão triste
Precisando de noites serenas
Anda com o peito em silêncio
Ouvindo o som do coração, apenas
Teus olhos cheios de vida
Dão esperança ao meu olhar
Pedindo socorro ao Sol
de qualquer dia, de qualquer mar
Teus olhos suplicam luares
De águas serenas, apenas
Saudade minha flor!
O tempo não volta
E a dor nos ensina
E pode ser divina, Amor!

Teu néctar dos versos que invento

Poema: Lahirí Galvão


O néctar do teu beijo 
Só sinto em desejo
E vejo de olhos vendados
De longe neste inverno aqui
Guardo-te no meu tempo
Que soa linda canção
No voou desse vento
Que passa na rede que deito
Na noite tão tarde
Que estou a esperar-te
Os graves e agudos da tua voz
Me deixa tão só
Trazendo as verdades dos versos que invento
Ao novo dia que ainda me traz alegria.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Saudade da flor Violeta


Letra: Lahirí Galvão

Vem chegando madrugada
Lua cheia ilumina o arvoredo
No canto do Sofrer sossego 
Ciranda a menina encantada

No fundo do mar dos teus olhos
o enredo é Romeu e Julieta
Coração que sente medo
Saudade da flor Violeta
Amor é ultra é mistério divino 
Eternamente o sentimento mais fino
O olhar da poesia
veio de uma dama
Pelo voou do Sofrer
E na cama de quem se ama

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O céu dos teus olhos de mel


Letra: Lahirí Galvão

Uni o mel dos teus olhos
com o sal do meu corpo
E a vida disse que ainda é cedo
Mas que o tempo sorri no teu rosto
E as estrelas espantam o medo
A vida é a fruta que tá sempre madura
As dores que o teu peito suportou
Ainda dão esperança divina 
Se guarde se passar um furacão
E mande pro mundo
A tua grandeza de menina
Em cantos os cantos acalmam
Cada fração de segundo 
Uma gota de lagrima 
Mata a sede e a natureza permanece verde
E o roxo clareia em lilás
Sem deixar cicatriz
Olha a chuva que cai
E as cores que ficam no céu
Dos teus olhos de mel

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Um poema antes de dormir

Letra: Lahirí Galvão

Eu preciso dormir
parar de pensar tanto
Sei que ela é linda
e sempre bem vinda 
Mas preciso dormir
Deve ser porque hoje não a vi
O peito do poeta
chora pedindo poesia
e aqui tá escuro e vazio
Piora quando as lembranças
dão até arrepio 
Os traços do rosto dela
e as curvas do corpo
combinam com a alma singela
Preciso dormir
ainda gosto de sonhar
Mas não sei por que
O tempo passa devagar
passando as nossas conversas
as coisas em comum
os medos e o beijar
Meus olhos ficam alegres
o canto da sereia 
agora é o meu ninar

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Musa de ondas suaves

Letra: Lahirí Galvão

O teu corpo me enche de arte
as curvas são ondas suaves
E o teu jeito de ser
Sabe quando há saudade
Vem voando como ave
Chega  perto quando chega
Vejo gestos de menina 
atitudes de mulher
O mistério da luz das estrelas
companheiras da lua
amigas da fé
são teus olhos e as belezas da natureza
O que diz o silêncio da rua
e  o medo que tem da tristeza
Traga flores e água 
Que o meu coração 
É estação e viagens
Seu andar tem leveza 
E o que vejo são ondas suaves

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Eu sou assim

Poema: Lahirí Galvão


Eu sou o azul que es†á em mim
mas que eu não tenho ainda
Eu sou a lua do céu da minha boca
que fala poesia
Eu devo ser o amor 
que deve ter a noite com o dia

Eu sou a alegria e a tristeza
que brincam em torno de mim
Eu sou assim
a lágrima alegre
que desce o rosto que ainda não sou
mas que um dia será amor

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Nessa sua viagem

Poema: Lahirí Galvão

Já nem sei mais se vou dormir
Essa noite parece não ter fim
Me acostumei com o seu estar
não sabia que você
deixava a ausência
e coisas além de palavras e olhar

Nessa sua viagem 
também vai um pouco de mim 
Brincadeiras de madrugada
no melhor do escuro
Adoro quando você fica difícil 
e a lua responde que sim
Nessa sua viagem
também vai um pouco de mim

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Num instante de saudade

Poema: Lahirí Galvão

Se é apenas mais um sonho
Se está longe demais
Ou por um triz que aconteceu
Veio uma rima
feito cachoeira
descendo tranquila 
pelas ruas e esquenas
do meu coração
Pelo mesmo vento que esblande 
e apaga o fogo
do simples beijo breve
Como fazer edificio 
Fazendo uma canção
Na tua fase de ser minha
Num instante de saudade
Te embrulhei num poeminha

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Amor e degustar

Lahirí Galvão 


Não foi legal
o que fez-ti pequena
Agora prefiro ficar de canto
Deixar-te de fora 
já não é dilema 

Porque o inverso 
das tuas ações 
Aqui são versos e canções 
passando pelas emoções 
Feriu e sarou o coração 
Não adianta um qualquer perdão 

O mundo nos deu asas 
Vamos mais alto que avião
E voltar pra casa
Num pouso bem tranquilo 
Fazer amor e degustar esta canção

terça-feira, 24 de julho de 2012

Deusa da Lua


Poema: Lahirí Galvão

A tua pele é lisa como seda
Branquinha nuvem sem chuva
O espetáculo já começou 
Foi num domingo dourado
A dor de um recente passado
passou num segundo
quando você chegou meio tímida 
pedindo para eu ficar 
Com o sorriso mais lindo do mundo
Bem como a gente precisa 
O tempo só dá o que a gente merece
Ainda bem que a vida quis
Não existe acaso, não se iluda
Sei a verdade e assim sou feliz
Sei que não fui feito pra mim
Quero ficar sob os seus cuidados
O teu olhar de paz
guardei no museu do tempo em que vivo
E o pouco que seja e vem
É eterno e divino 
Meu bem

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Decisão



Poema: Lahirí Galvão


Eu quero que você seja feliz
Leve só o que fizer bem
E as estrelas que eram nossas
permanecem acesas
e hoje não podemos te-las
Em mim só ficaram tristezas
abraços vazios
uma noite eterna sem lua
uma grande escuridão
um caminho que eu escolhi
um desejo de desaparecer
de desfazer a solidão
de não sentir tanta saudade de você
Eu só quero o seu bem
Estas lágrimas que estão descendo
levam a alegria e a dor
E o coração ficou sozinho
Sem canção, sem cor
Sem as belezas do amor.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Tempestade


Poema: Lahirí Galvão


E o poeta foi embora 
por esse teu jeito confuso 
a sede de viver o fez partir 
deixando pedaços de um coração sofrido 
Nem pôde conhecer o teu mundo 
nem o que ainda há de mais bonito 
E agora mais alto canta o silêncio 
e sente a falta do teu grito 
A vida é a correnteza de um rio 
Algumas decisões levam a madrugadas 
solitárias, saudades em navalhas e frio 
Lembre de me esquecer 
se ainda lembrar de mim 
o poeta foi viver

terça-feira, 26 de junho de 2012

O mundo novo que nasceu


Poema: Lahirí Galvão 


Por alguns instantes 
quase perdemos a nós dois
E este mundo novo que nasceu e é nosso
é a nossa linda criança 
sendo alimentada com verdade e carinho
Veio com recheio de esperança 
e é claro que como todos 
existem pedras neste caminho
As flores temos de plantar
e entre nós dois o segredo é amar
O dia amante vem depois da tempestade
a estrela que há em nossos corações 
não deixou de brilhar 
e o sonho há de continuar.

sábado, 23 de junho de 2012

Olhinhos de japonesa


Poema: Lahirí Galvão


Ho linda pequena 
olhinhos de japonesa 
quando você dormir
lhe farei uma surpresa 
tenho sonhos pra lhe dar
trarei belas paisagens
outros caminhos, outros lugares


Quando seus olhos começam a dizer
o que sua boca parece esquecer
e as nossas bocas se encontram
fabricando saudades 
não é fácil não pensar em você 

sábado, 16 de junho de 2012

RE VI VER


Poema: Lahirí Galvão

Lamentos não adiantam 
Não resolvem, nem enxugam lagrimas 
E a saudade permanece 
cozinhando o alimento
como fogo baixo de fogão 
sendo reabastecido com água e tempero
Sempre sobrando pro coração 
Que é a fonte dos sentimentos
e às vezes resolve atender a desejos
E quando o tempo passa
de repente a gente revive 
Algo muito bom
Que envolve abraços, beijos e cama 
Passando como filme na lembrança 
de um benzinho que ama 
e sente na pele a dor e o frio
de quem mora no meio da rua 
e ainda manda sorrisos pro mundo.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Borboleta


Poema: Lahirí Galvão

Às vezes passa despercebida
a beleza de uma borboleta
Mas é tão linda
quanto os versos que estão na gaveta.

Um pouco do que sou

Poema: Lahirí Galvão

Sou homem que ama, chora e sente medo
Sou um homem cheio de esperança
que ainda está sujeito ao erro
Que acredita que Deus
não é um cara sentando numa poltrona
escolhendo quem passa e quem não passa
Sou um homem que da vida não reclama
Que acredita na força da palavra
e aproveita a tristeza fazendo poesia
Sou daqueles que vive sentindo saudade
Sou um homem que acredita na força da mulher
E vive pela certeza e pela fé.

Natural

Poema: Lahirí Galvão

É preciso ser natural em tudo
Até o esforço tem que ser
só assim a natureza nos dá
toda beleza que há